as árvores deixam morrer os ramos mais bonitos — estreia

de 2 Setembro, 2019cinema, escultura, teatro

A quem nos lê,

 

É já no dia 20 de Setembro que o outro apresenta a sua mais recente criação — as árvores deixam morrer os ramos mais bonitos — no ARQUIPÉLAGO, Ilha de São Miguel.

Temos a felicidade de estrear este trabalho no lugar que lhe deu origem, primeiramente enquanto ideia (de onde vem, também, o título), e mais tarde pela forma como a natureza específica da ilha se foi enraizando na paisagem do espectáculo, nas suas dimensões discursiva e plástica. Caminhámos pela floresta e encontrámos perguntas que se elevam como montanhas. Descobrimos no atlântico a distância imensa, e neste conjunto de terras a história dos que deixam a sua casa atrás de sonhos e promessas vazias.

A solidão, a esperança e a dúvida. A projecção da memória ainda morna no presente. O perfume da infância que persiste aqui e agora e a família que somente do corpo se afasta. O amor e a falta, e entre dois braços o mar inteiro. Esta é a história de María, chegada a um lugar a que será difícil chamar casa e de onde já não sabe sair.

Seria o nosso maior prazer receber quem até aqui nos acompanhou, e um bom pretexto, se pretexto é preciso, para visitar esta bela ilha.

Esperamos-te cá.

João, Patrícia, Sílvio e Sofia

 

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